Eugênio Mohallem Facts

22 02 2008

Navegando por aí, achei neste excelente blog: http://tarrask.wordpress.com/ o Eugênio Mohallem facts.

Depois de Chuck Norris e Obina, chegou a vez de um dos melhores e mais premiados redatores da propaganda brasileira ganhar a sua lista de facts divertidíssimos.

Vale a pena conferir todos eles.

Infelizmente a piada pode ficar restrita somente aos publicitários , porém não custa nada dar uma olhada na lista.

Aí vai:

Os executivos do cliente não discordam de Eugênio Mohallem. A única vez que fizeram isso, lançaram a New Coke.***

Eugênio Mohallem não escreve splash para anúncio de ofertas. Mas, se fizesse, ganharia um leão em Cannes com um título “Carnaval de ofertas”.

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Eugênio Mohallem não lê os briefings. Ele simplesmente lê os pensamentos do atendimento.

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O único prêmio da propaganda que Eugênio Mohallem não ganhou foi o Peixe de Barro, reservado para a pior peça publicitária já criada pelo ser humano. Mas, se criasse um anúncio específico para esse prêmio, ganhava.

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Mohallem chamava Roberto Justus de aprendiz, antes de elimina-lo.

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Uma vez, Mohallem escreveu 37 títulos utilizando apenas a palavra oferta.

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De brincadeira, Mohallem fez um anúncio para vender sorvete na Patagônia. Os lucros da Kibon subiram 2.000% naquele trimestre.

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Mohallem parou de usar computadores Apple quando descobriu que, quando ele os utiliza, os PCs não travam.

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Quando era estagiário, Mohallem fez um frila de ghost-writer para Shakespeare. Ele não assume porque não gosta das mudanças que o Bardo fez nos diálogos.

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Real Man of Genius é uma brincadeira que Bob Winter fez com o apelido que usava para Mohallem, e terminou reaproveitando a idéia para a campanha da Bud Light.

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Mohallem é o único redator que André Muhle chama de mestre. Mas não divulga.

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O Young Creatives foi lançado como a única categoria que o Grand Prix não está reservado para Mohallem.

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O Clube de Criação de São Paulo edita anualmente dois anuários. O tradicional, e o backup do HD de Eugênio Mohallem.

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Nos anos 70, Mohallem fez um anúncio de classificados com o texto “Vende-se apartamento novo na praia”. Foi a origem da colonização da Barra.

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Eugênio Mohallem criou o Google para encontrar mais facilmente os títulos que escrevia.

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Coca-Cola e Pepsi já fizeram uma concorrência para ver quem ia ser atendido por Mohallem. A empresa de Atlanta até hoje está em crise.

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Double check foi feito para Volkswagen, mas, na época, Havaianas sugeriu trocar seu nome para Wavaianas e para poder usar o filme.

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Quando surgiu a necessidade de um novo tipo de mídia, Mohallem criou a internet e ganhou o Profissional de Mídia do Ano.

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O últim email de Mohallem foi tão bem escrito que é reenviado frequentemente pela internet, e já representam 36% da quantidade de spam no mundo.

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Dizem que Machado de Assis, o bruxo do Andaraí, tinha a capacidade de ver o futuro. Ele viu como Mohallem escrevia e aprendeu com ele.

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Uma palavra de Mohallem vale por mil imagens.

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O cliente não só aprova de primeira os anuncios de Mohallem. Ele também pede para ver as idéias recusadas, e aumenta a verba para publicar tudo.

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Neil French já teve 3 infartos depois de ler anuncios de Mohallem. E hoje ele só voa pela United.

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Olivetto ofereceu a conta institucional da W/Brasil para a Fallon SP, mas Mohallem não aceitou porque já estava cansado de fazer comerciais com a letra W.

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A mulher do cliente sempre gosta dos títulos do Mohallem. O cliente também. Aliás, até a avó.

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Os clientes sempre pedem para diminuir a marca, para dar mais espaço para o título.

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Antes de dormir, Mohallem conta leões.

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Quando ouviu falar que tinha que matar um leão por dia para trabalhar em propaganda, Mohallem foi o responsável pela extinção do leão europeu.

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O CCSP recusa em dar à Fallon SP o título de Anunciante do Ano por intriga da oposição.

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Imitando os jogadores de xadrez, Mohallem duplou com 12 diretores de arte ao mesmo tempo. 2 desistiram por exaustão, 4 fizeram mais campanhas do que toda a sua carreira pregressa, 5 usaram as campanhas como portfolio e viraram presidentes de multinacionais e 1 foi embora para a Índia, concorrer ao posto de Dalai Lama depois de alcançar o Nirvana.

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A bolha da Internet explodiu quando descobriram que Mohallem ia fazer propagana para o UOL, e todo mundo vendeu suas ações de todas as outras empresas para comprar as do provedor.

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Se a propaganda é a arma do negócio, Mohallem é a Estrela da Morte.

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A matéria especial da Advertising Age contando como vai ser o mercado daqui a 20 anos conta o que Mohallem fez no ano passado.

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Mohallem é o único redator capaz de escrever “Carnaval de ofertas” em 13 maneiras diferentes e originais.

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Na Fallon, não dá tempo de Mohallem escrever folders. Por isso, ainda não fizeram o Folder Lions.

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Mohallem parou de escrever post its para não ganhar mais prêmios por mídia alternativa. Os prêmios de internet também são a razão pela qual ele escreve poucos emails. Já ficou chato ganhar tanto prêmio, né?

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Francesc Petit odeia Eugênio Mohallem, e, para não pronunciar seu nome, só o chama de “Titanium Boy da propaganda brasileira”.

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Quando resolveu sair da Almap, Mohallem causou uma queda de 47% do valor das ações do grupo Omnicom. Entretanto, os suicídios de diretores mundiais não têm nada a ver com isso.

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Mohallem era o único cara que tinha envergadura moral para dizer: “Marcello, esse leiaute tá uma merda. Eu não vou por título pra essa porcaria”. Nessas horas, o tal Marcello sentava e chorava a dor de ser um eterno aprendiz.

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Dizem que a propaganda foi inventada pelas prostitutas romanas antes de Cristo, que usavam umas sandálias com a inscrição “siga-me” no solado, atraíndo clientes. Foi nessa época que Mohallem perdeu a virgindade.

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Mohallem faz anúncios melhores do que o maior de todos os egocêntricos publicitários acha que faz.

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Mohallem ensinou João Gilberto o estilo modesto de ser. Aquela batida da Bossa Nova, foi o João mesmo. A única ajuda do Mohallem foi escutar uma versão tosca de aprendiz, olhar com cara de sério e dizer “velho, tu podes fazer melhor”.

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Ele consegue digitar 4 títulos antes que um atendimento consiga digitar a palavra briefing.

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Eugênio Mohallem é o único redator do mundo que pode escrever títulos por quantidade de letras, de palavras, ou de prêmios em Cannes.

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Quando perguntado porque escutava música pesada enquanto trabalhava, apesar da cara de bom moço, disse que era para manter a fama de mau. Erasmo Carlos, que passava ao lado, deitou-se na fama.

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Segundo Neil Ferreira, o lixo dele e do Zaragoza sustentaria umas três agências médias. Os rascunhos de Mohallem sustentaria o mercado da Argentina por uns dois anos, e ainda sobrava alguns prêmios para o Chile.

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O portfolio de Mohallem faz que o de David Droga faça jus ao seu nome.

Valeu!

Washington Olivetto

No iPod toca: Os Metaleiros também amam – Língua de Trapo
O tempo lá fora é de: Tarde quente.
O Mac não dá pau desde: 21/01 (32 dias)

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Ações

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3 responses

23 02 2008
Alex Luna

Aê. 😀

Valeu pelo de excelente blog.

13 03 2008
Tiago Moraes

Olá, muito bom o post.

É impressão minha ou esse texto está assinado pelo WO?

vcs poderiam me dizer?

abraços.

14 04 2008
Alex Luna

Na realidade, o autor do blog sempre assina com o nome de outra pessoa, de acordo com o assunto tratado. O meu post original que você pode conferir aqui, sem nenhuma assinatura.

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