Ópera na Terra da Rainha

29 11 2007

paulpotts 

Ultimamente ando emocionado em demasia, talvez por motivos particulares e momentos nebulosos que tenho vivido. Porém, em toda minha vida, duas coisas sempre me emocionaram, e você, leitor deste blog, já deve ter percebido quais são elas: futebol e música. 

Mas nesta questão, posso ampliar o tópico futebol para a gama de todo o Esporte. O Esporte em si, atiça e provoca reações em mim, que eu mesmo não poderia imaginar que existiam dentro de mim. E vejo-me, em momentos gloriosos do esporte, a escorrer lágrimas espontâneas, daquelas gostosas de se chorar. 

Porém, há um tempo atrás recebi em meu e-mail um vídeo de uma espécie de “ídolos” britânico, mas era na verdade um tipo de Show de Talentos Variado, não somente de cantores. O título da película era único e objetivo: Emocionante.  

E lá fui eu: abri o arquivo e pronto. Ao final estava chorando, em frente ao meu computador de casa – pelo menos não foi no trabalho. Deixo assim, o vídeo para todos e continuo minhas observações após vocês, queridos leitores, terem o assistido:

 

Viram crianças? 

Paul Potts é gordinho, tem os dentes tortos, é feio, vende celulares e foi lá cantar Ópera. Justamente ópera, algo que se deve cantar muito bem para se propor a fazer – e na frente de milhões de espectadores. Podemos deixar de lado os efeitos da edição, mas é possível perceber o espanto dos jurados quando o participante diz que irá cantar algo Lírico. É certeza de bomba pela frente. 

Mas não, Paul Potts encanta, surpreende e emociona. Não existe nada mais arrepiante e incrível do que sentir aplausos frenéticos e constantes. Dados por pessoas que realmente querem aplaudir e para alguém que realmente merece. Enfim, você pode ou não se emocionar como eu me emocionei. Mas a música, o ápice da canção, a surpresa, a coragem e a 1ª impressão equivocada que todos tiveram, me fazem chorar, praticamente, em todas as vezes que eu assisto Paul Potts em seu 1º teste. 

Foi a prova máxima de superação, performance surpreendente e uma lição para todos nós, daquelas mais clichês impossíveis: nunca julgue uma pessoa sem a conhecer.Espero que vocês possam gostar e se emocionar como eu. E vida longa ao Paul Potts.  

Em tempo: Paul foi o vencedor do programa e segundo eu entendi, gravou um cd, angariou sucesso e fez uma apresentação exclusiva para a Rainha. Seu 1º disco foi batizado de “One Chance” e foi justamente isso que ele precisou.

Update (30/11):

Outro gordinho incrível, porém agora na versão americana do programa.

Muito bom!

No iPod toca: Freak – Silverchair

O tempo lá fora é de: fim de tarde ensolarado.

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Campeão Mundial? Ninguém sabe, ninguém viu.

28 11 2007

Carioca

Essa eu não poderia deixar passar em branco. Navegando através do Lancenet! (www.lancenet.com.br) me deparei com esta curiosa entrevista:

Marcelinho Carioca polemiza: ‘Não valeu como Mundial’

Meia diz que torneio de 2000 não tem peso e que prefere os títulos de 1995

Mauricio Oliveira – SÃO PAULO

A reportagem do LANCE! procurou alguns dos heróis de 2000 para eles falarem sobre a conquista do Mundial de Clubes e analisarem o atual momento do Corinthians.

Marcelinho foi o terceiro, depois de Luizão e Ricardinho. Recordista de títulos pelo clube e um dos maiores ídolos da história corintiana, no entanto, o Pé-de-Anjo surpreendeu na primeira resposta.

– Com sinceridade, os títulos paulista e da Copa do Brasil, em 1995, foram mais importantes. Porque o Corinthians não era campeão paulista havia sete anos e a Copa do Brasil nunca tinha sido conquistada por um time paulista. Nós quebramos os dois tabus – disparou o meia.

– O quê? Como assim, Marcelo?

– O Mundial tem toda essa briga de que não valeu porque o Corinthians não ganhou a Libertadores. A Globo também não cobriu (foi transmitido pela TV Bandeirantes)… Foi legal, merecemos ganhar o Mundial porque jogamos mais do que o Real Madrid e o Vasco, mas não tivemos o trajeto que o Flamengo, o Grêmio, o São Paulo e outros tiveram. Por isso acho que não é a mesma coisa.

– Ih, acho que você vai derrubar nossa pauta…

– Estou sendo sincero contigo.

– Mas foi o primeiro Mundial de Clubes organizado pela Fifa…

– Tudo bem, mas para o jogador tem de ter o trajeto da Libertadores. Não desmerecendo o título, mas acho que não valeu como Mundial.

– E o jogo desta quarta-feira contra o Vasco? Tem de ser encarado como uma decisão de Mundial?

– Também acho que não tem nada a ver isso aí. Olha a diferença dos jogadores! O Vasco era piada! Tinha Romário, Edmundo, Juninho Pernambucano… O Corinthians nem se fala. Hoje, o Corinthians não está disputando nada e o Vasco está tentando uma vaga na Sul-Americana. Não tem sentido essa comparação!

– Por que você acha que o Corinthians caiu tanto de 2000 para cá? De campeão do mundo, embora você diga que não tem esse peso, a um dos candidatos ao rebaixamento?

– Porque não se planejou como se planejava antes. Depois, vieram as coisas obscuras, colocaram interesses pessoais à frente da instituição e deu no que deu. O que aconteceu em 2005, por exemplo… O verdadeiro campeão é o Internacional. Quando começa errado, termina errado.

– Sério!?!?

– Estou sendo sincero.

– Obrigado, Marcelo.

– De nada. Abraço.

E assim terminou a curta entrevista com Marcelinho.

Bem amigos da Rede Globo, finalmente a farsa caiu. Depois do Presidente do clube decretar pra Deus e o Mundo que o Campeonato Brasileiro de 2005 foi roubado, é a vez agora de um dos principais ídolos dizer que o Mundial de 2000, mais conhecido como Torneio de Verão-Férias dos Europeus no Brasil-Beckham na Balada, não é tão importante assim.

Beleza, tem a chancela da Fifa. Mas do que isso importa, se o principal ídolo do time vencedor daquele campeonato, diz que não foi tão legal assim? Seria a mesma coisa que o Raí chegar à imprensa e dizer que o Mundial de 92 não foi tão importante e que prefere o Paulista de 89. Lamentável.

Imagino como devem estar os Corintianos nesse exato momento. Me bate até a curiosidade e vontade de ficar 24h no Orkut, na comunidade deles, só pra ver o que anda rolando por lá.

É Marcelinho, só me resta saber agora o naipe das mulheres que o Wanderlei Luxemburgo disse retirar do seu quarto diversas vezes.

Saudações Tricolores,

David Beckham

Link da entrevista: www.lancenet.com.br/noticias/07-11-28/199141.stm

No iPod toca: Message in a Bottle – The Police

O tempo lá fora é de: sol e calor do meio-dia.





A Tragédia na Fonte Nova

27 11 2007

fontenova

Neste último fim de semana, o Campeão Brasileiro de 1988, o Bahia, conquistou o seu retorno à série B do Campeonato Brasileiro para o ano de 2008, exatos 20 anos após sua maior conquista. Com um empate em 0x0 contra o Vila Nova de Goiás, o tricolor baiano volta a 2ª divisão do considerado melhor futebol do planeta. 

Mas o que era pra ser um verdadeiro carnaval em Salvador, tornou-se um episódio dramático para todos aqueles que estavam comemorando no estádio inaugurado em 1951. Momentos após o final da partida – ou minutos antes disso, ninguém sabe ao certo precisar – uma pequena parte da arquibancada superior do estádio ruiu. Foi o suficiente para que dezenas de torcedores despencassem de uma altura que equivale a cinco andares. A queda resultou em 6 mortos imediatos e 1 a caminho do hospital, além de diversos feridos. 

E mais uma vez, como é de praxe no nosso Brasil, esperamos a tragédia acontecer para que algo pudesse ser feito. E sendo assim, momentos depois o governador do estado da Bahia, Jaques Wagner, pediu a interdição da arena esportiva. Desde então, lemos, ouvimos e assistimos as notícias de que estudos e levantamentos não faltaram para decretar o estado de calamidade que o estádio se encontrava e ficamos sabendo também que uma promotora pediu a interdição do estádio desde 2006.  

E sendo assim eu me pergunto: em que estado um estádio tem que chegar, para que uma parte de sua arquibancada, simplesmente rompa e caia? Parecia aquelas casas de Lego que eu odiava brincar, porque era só exercer uma pressão um pouco mais forte que tudo vinha abaixo. Também vem a cabeça, a minha experiência em estádios. Lembro-me com clareza das várias vezes (não foram poucas) que senti o Morumbi, considerado como um dos mais bem cuidados do Brasil e com amortecedores muito modernos, simplesmente balançar freneticamente, imagino eu como deveria estar a Fonte Nova naquele momento.

O brasileiro continua brincando com fogo, nossos estádios continuam em estado deplorável, os torcedores continuam sendo tratados como gado e as pessoas continuam morrendo sem que nada seja feito. Dessa vez ouso-me até a poupar os mal falados dirigentes, porque, afinal, dessa vez o Estádio é público. Mas não deixo de culpar Ricardo Teixeira, que em quase 20 anos de mandato, não conseguiu com que nossas praças de jogo contivessem o mínimo de conforto e estruturas bem cuidadas e conservadas. É o mínimo que pode ser feito para que um jogo de futebol aconteça em um local desses.

Tempos atrás, li que o Governador Jaques Wagner solicitou a Ricardo Teixeira que a Fonte Nova fosse uma das sedes de um dos jogos do Brasil nas eliminatórias para 2010. Se meses antes a Fonte Nova era capaz de receber os Galáticos Amarelinhos, por que agora ela tem que ser implodida como andam dizendo? Ah, é verdade! Sete pessoas morreram nela. 

Mas a gente fala: “Não é possível que o estádio esteja em tão péssimas condições como andam falando”. Meu amigo, após ver as fotos no site do Lance! aqui: http://www.lancenet.com.br/galeriadefotos/fontenova/ senti até um embrulho no estomago. Aquilo ali devia ter sido fechado pela vigilância sanitária e não por Engenheiros. Perto da Fonte Nova, a quadra da minha faculdade é o novo Wembley! 

Enfim, não vou nem me concentrar nos demais assuntos que circundam o da Tragédia. Sinto pena. Pena pelas vítimas, pena pelas famílias e pena pelo futebol. O melhor futebol do mundo poderia ter passado ileso dessa. Mas também não sou radical em dizer que a confirmação do Brasil como sede balançou. A França passou por caso parecido em 1992, 6 anos antes da Copa de 98. E a Copa foi um sucesso. 

Uma boa sorte a todos nos seus próximos jogos em estádios brasileiros!Já não bastasse a comida de origem duvidosa, os banheiros em péssimo estado e a violência generalizada, agora temos que tomar cuidado para não cairmos enquanto comemoramos uma vitória. 

Um beijo.

No iPod toca: Billie Jean – Michael Jackson

O tempo lá fora é de: fim de tarde nublado.





Eu corri a Nike 10k.

12 11 2007

Nike10k

Geralmente praticar exercícios físicos são frutos de ocasiões puramente impulsivas. São momentos onde você acorda com aquela vontade louca de sair correndo em volta do lago do Ibirapuera. Neste dia você tem a certeza que irá ser, a partir de agora, o mais novo e vigoroso atleta de Perdizes e região. 

Porém, esse sangue nas veias e velocidade nos pés não passa de uma semana – duas semanas no máximo para os mais persistentes. E assim sendo, após 10 dias você volta para a rotina trabalho, cinema, cerveja, guloseimas e televisão. E as ruas e seu tênis velho de corrida voltam a sentir saudades de você. 

Lembro-me de meus intrépidos professores de educação física no colegial, que costumavam dizer que para a prática constante e benéfica de exercícios físicos você deveria se inscrever em alguma prova, corrida de rua ou competição. Para assim, explorar e agredir a sua preguiça, afinal você quer e deve evitar um vexame em público e ao seu bolso, afinal você paga por volta de 60 mangos para participar de uma dessas.

E você não vai querer faltar após este investimento suado feito por seu cartão de crédito, certo? E assim, como em uma volta ao passado, fiz o que eles costumavam dizer: realizei a minha inscrição na Nike 10k, uma das mais populares e “pra-frentex” corrida de rua que podemos participar e se divertir. Fui ao site da prova: http://www.nike10k.com.br/, escolhi o meu grupo: http://blog.nikecorre.com/index.php/fuego/home/?club=fuego&cc=BR e baixei a planilha de treinos. 

Tá certo que eu não segui a risca os treinos, mas até que durante algumas noites, junto a minha namorada que embarcou nessa comigo, consegui realizar algumas passadas largas por ruas e parques. E com algumas horas – somadas – gastas, consegui voltar ao ponto de 5, 6km que conseguia completar nos meus áureos e atléticos dias. 

E após um mês de treinos mambembes, finalmente chegou o dia, domingo, dia 11 de novembro, garoa fina em São Paulo. E fazendo tudo o que não devia ser feito fui correr: saí e toquei na noite anterior, bebi cerveja, dormi tarde, perdi a hora, não me alonguei, parei longe, saí correndo e desesperado e comecei a prova na USP.

Sozinhos para dizer a verdade, pois todos os outros participantes já estavam uns 5km a frente. Em tempo: a corrida começava às 8, cheguei lá às 9. Meus antigos professores de educação física nessa hora já estavam de cabelo em pé. E assim fomos nós, eu e Heloisa, contrariando os críticos e conquistando os quilômetros que nos deparavam pela frente.

Os primeiros, para mim pelo menos, foram os mais complicados. Via-nos sozinhos, sem companheiros, muitos metros atrás e com uma preparação mequetrefe realizada por nós – até no dia da corrida. Porém me surpreendi, meu corpo me surpreendeu. A partir do 3º ou 4º quilometro, fui percorrendo os restantes com certa tranqüilidade, a passos leves e curtos é verdade, porém senti um alívio e felicidade quando consegui finalmente deparar e enxergar outros corredores azuizinhos, que outrora nos pareciam tão distantes e tão melhor preparados. 

E sim amigos e amigas, conseguimos completar a prova, sem ter caminhado por um instante sequer e a frente de alguns. Creio, que por nossas contas, finalizamos o trajeto em 1 hora e 15 minutos. Infelizmente tive que passar pela linha de chegada ao som do hino do corinthians – para alegria de Heloísa, mas isso não desanimou e nem diminuiu a minha satisfação e orgulho de si próprio por ter conquistando um desafio que me parecia tão complicado e até impossível de se realizado. 

Quanto ao evento, não tenho do que reclamar: organização impecável, apoio constante aos corredores, preocupação quanto a integridade física dos mesmos, campanha cativante e bem humorada. Enfim, a Nike 10k conseguiu agradar a todos, desde aqueles apreciadores do velho e companheiro sofá com controle remoto até aos membros do Cartel Endorfina, aqueles que sentem orgulho de suas bolhas no pé. A minha presença para 2008 já está garantida. 

E creio que essa prova, provocou em mim um sentimento e vontade de continuar correndo e melhorar meu tempo. Quem sabe não completo os 10.000 metros em menos de 1 hora na próxima prova que me inscrevi, a São Paulo Classic 10k, que será realizada no Pq. Do Ibirapuera, berço dos meus primeiros treinos. Quem vai comigo nessa?

Garanto que a sensação de dever comprido é recompensadora e nos realiza. Rompi com a minha preguiça, bati meus recordes particulares, esforcei meus músculos ociosos e me senti ganhador de uma Olimpíada sob as palmas do Staff. Franck Caldeira que se cuide.  

Um forte abraço,

Vanderlei Cordeiro de Lima 

No iPod toca: Animal Instinct – The Cranberries

O tempo lá fora é de: cinza e friozinho.





É a Copa do Mundo amigo!

5 11 2007

Fifa 2014          

Bem amigos da Rede Globo, a Copa do Mundo de 2014 vai ser mesmo no Brasil. Mas isso é bom ou ruim?        

Seguindo as minhas convicções e gostos apaixonados pelo esporte bretão, vejo tal oportunidade como única. É a chance de nosso país, de nossas cidades e do nosso futebol, darem um salto longo e promissor de qualidade.         

Mas vejo juntamente a essa chance a nós concedida – de forma fácil, diga-se de passagem -, uma grande e intransponível barreira a frente: os homens e cabeças que irão comandar esse oba-oba. Sim meninos e meninas, serão os mesmos que comandam o futebol brasileiro há mais de 15 anos, são eles, Ricardo Teixeira e sua patota limitada.

São os mesmos que esbravejam nos dias de hoje: os estádios brasileiros não tem condições de receberem uma Copa. Ora bolas colega leitor, é óbvio então dizer: Pede demissão Teixeira! Afinal foi você que impediu, ou ao menos não tentou, modernizar tais palcos de espetáculo.         

Já disse em tópicos anteriores, as minhas pequenas e convictas opiniões sobre os comandantes de nosso futebol, mas a leviandade não pode continuar nessa que vai ser a 20ª Copa do Mundo de Futebol.          

A Copa não pode ser só da CBF, a Copa é do povo, é do Brasil. Nós, brasileiros, não podemos permitir que os próximos 7 anos se transformem em momentos de pura especulação, escândalos, vucu-vucu e desvios de verba. Temos exemplos mais do que concretos que um evento deste porte pode transformar uma nação, uma cidade, um povo. Não podemos deixar tal oportunidade escapar de nossos dedos.         

Sediar uma Copa do Mundo só não é maior, talvez, que sediar uma Olimpíada. Mas creio que para nós, filhos do Brasil, a Copa do Mundo seja mil vezes mais importante.         

É a chance de modernizar nosso esporte, nossos palcos, nossa torcida. As cidades-sedes irão ganhar, as sub-sedes também, o Brasil ganha como um todo. Mas tudo isso pode ir água abaixo se nossos mentores não agirem com profissionalismo, honestidade e vontade de deixar um verdadeiro legado aos próximos que por aí virão.         

Estádios não devem ser construídos, devem ser reformados, salvo algumas exceções. Infra-estrutura deve se modernizar, nossa malha aérea deve enfim ganhar porte. São muitos os passos que devemos dar, mas passos que podem ser muito importantes para o futuro de nosso país.         

Nos próximos sete anos, vejam só, Ricardo Teixeira irá se tornar o homem mais importante do país. Governadores, prefeitos, todos irão tentar abocanhar um pedacinho da Copa. Torço, do fundo do coração, que as escolhas e decisões não sejam feitas a modo de vantagens ilícitas e ganhos impróprios e sim por capacidade técnica e qualidade dos projetos apresentados.         

O Brasil será o centro das atenções do mundo todo. Em 2014, preparem-se, o país irá parar. E o próximo presidente eleito, tem chances muito interessantes de se tornar o presidente da Copa. Afinal, as reeleições costumam acontecer. Uma boa sorte a todos.        

E espero, que quando completar 29 anos, possa assistir e presenciar a Copa do Mundo na minha casa. Mas não uma Copa do Mundo qualquer e sim a melhor Copa do Mundo que o Brasil possa produzir.         

E fiquem atentos, cabe a nós, meros mortais tupiniquins, fiscalizar e cobrar resultados convincentes e uma transparência nas negociações e contratos fechados. Repito: a Copa não é da CBF, é de todos os Brasileiros.                                              

Até 2014! Sem o Dunga no comando e o Doni no gol, por favor. 

No iPod toca: Realidade Virtual – Cidade Negra

O tempo lá fora é de: fechado e cinza