E agora Gregório? Móveis Coloniais de Acaju

19 10 2007

M

Desde o surgimento dos Los Hermanos em 1999, com o o seu Cd nominal, não enxergava e ouvia nenhum expoente do Rock/Pop nacional de qualidade. O Skank evoluiu bastante e hoje em dia possui ótimas composições e já são chamados como os Beatles tupiniquins, mas não sou muito fã dos mineiros. Já o Jota Quest possui pegada que poucas bandas possuem, com influencias de funk e soul bem interessantes, porém também não sou muito adepto destes outros mineiros.

Charlie Brown Jr, Detonautas, CPM 22, Dead Fish, Tihuana e etc, trouxeram aquele Rock’n’Roll e Hardcore juvenil e despreocupado, porém, para mim, só algumas canções se salvam. Prefiro nem citar e comentar a enxurrada de bandas EMO por aí e a nova queridinha da MTV, a Pitty. Ambos os estilos e sons não me agradam.

Mas no ano passado, me falaram de uma banda de Brasília que vinha causando alvoroço por aí, o Móveis Coloniais de Acaju. Nome sugestivo eu pensei, mas vocês leitores já devem pensar: de nomes grandes o Horrorshow gosta, vide Engenheiros do Hawaii.

De início não me interessei muito, andava meio desanimado com o cenário nacional, mas quando me falaram que os rapazes tinham influências de SKA, mudei a minha disposição e baixei seus dois discos ao chegar no conforto do lar: Um EP de 2001 e um disco oficial, de 2005 chamado “Idem”. E para a felicidade e surpresas de vocês moças e rapazes – ou não – eu gostei do que ouvi. Animação, letras inteligentes, toques de Ska, uma banda entrosada e um vocalista com uma voz que me agrada.

Ainda não tinha os assistido ao vivo e para sanar a minha curiosidade e ânsia de motivação, tive esta oportunidade através de um programa da Rede Globo, com artistas tocando covers do Raul Seixas, coincidência ou não, afinal o Móveis possui uma música que se chama: Raul. E fiquei mais satisfeito ainda, os meninos tem presença de palco, noção artística e demonstram um tesão por aquilo que fazem.

Baixei vídeos do YouTube e agora aguardo por um show deles em Sampa para assisti-los de perto. Sendo assim, deixo minha dica para vocês, onipresentes leitores, tentem conhecer o Móveis Coloniais de Acaju. Banda deveras interessante, prometendo uma longa e criativa carreira pelo nosso Brasil – assim espero e torço.

Atualização do dia 23/10: tive o prazer de comparecer ao show do Móveis neste último sábado em um festival de bandas de minha ex-faculdade, a ESPM. Só digo uma coisa: façam o mesmo, a experiência é única. 

A banda é composta por: André Gonzáles (voz), BC (guitarra), Beto Mejía (flauta transversal), Eduardo Borém (gaita cromática, escaleta e teclados), Esdras Nogueira (sax barítono), Fabio Pedroza (Baixo), Leonardo Bursztyn (guitarra), Paulo Rogério (sax tenor), Renato Rojas (bateria) e Xande Bursztyn (trombone).

O site é: www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br e a banda disponibiliza todas as suas músicas para download! Aproveitem!

Até uma próxima meninos e meninas, um beijo a todos!

No iPod toca: Swing Hum e Meio – Móveis Coloniais de Acaju
O tempo lá fora é de: Garoa fina e tempo fechado.

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