Você sabe ser feliz?

26 09 2007

Não existe receita para felicidade, mas podemos encontrar meios que nos façam melhorar o nosso próprio ambiente. Não sou nenhum guru motivacional, mas acredito que tudo em nossa volta pode colaborar para um dia-a-dia mais sorridente.

Acredito que uma vida sem exageros pode ajudar, por mais que meu sonho Rock Star pregue tais atitudes em certos momentos. Você pode se tornar mais leve sendo precavido em suas ações, consumos e atitudes. Seja leal às pessoas em sua volta, aprenda com os outros e não tome os erros para si próprio. Parece não ser um consenso geral, mas há quem diga que todos têm direito a errar.

Trate os outros com carinho, torne-se aberto a oportunidades, evite o não quando ele é desnecessário. Não dê tempo para a preguiça, viva exatamente os preciosos minutos que você pensa que pode desperdiçar. São eles que podem fazer uma grande diferença no seu cotidiano.

Faça novos amigos, conheça novas oportunidades, lugares e pessoas. Todos têm algo a oferecer e aprender. Não pense, em hipótese alguma, que você é a última bolacha deste pequeno pacote. Deixe a genialidade e arrogância para aqueles que realmente são. Você não é, as pessoas em sua volta não merecem.

Escute mais a seus pais. Eles usam a experiência para o seu bem. Dê mais abraços, não espere para dar valor quando não possuir mais. Dê o valor hoje, agora! Mostre carinho às pessoas que você ama, elas precisam e são dignas disso. Não deixe o amor, os sentimentos e sensações passarem na frente do seu nariz.

Pense antes de fazer, mas não demore meia-hora para decidir. Pense mais nos outros, mas não seja egoísta consigo mesmo. E a melhor de todas: não faça com os outros o que você não gostaria que fizessem com você. O preço a se pagar por atitudes inesperadas e cruéis pode ser extremamente caro. E a sua vida é uma só.

E meninos e meninas, façam o que eu digo e, por favor, não façam o que eu faço. Esse é um pedido sincero de Bruno Brandão.

Um beijo a todos.

No iPod toca: Tommy – The Who
O tempo lá fora é de:
Céu nublado e friozinho.

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Dá o play nesse seu iPod!

21 09 2007

Êta aparelhinho sacaninha é esse iPod. Sinceramente, pensava que ia conseguir sair ileso da mania do tocador de mp3 branquinho da maçãzinha, mas não consegui. E como já dizia Péricles Chamusca: se você não vai até o iPod, o iPod vai até você.

E em uma sexta-feira chuvosa, recebo o fatídico telefonema da minha tia: Bruninho, você tem um iPod?. Eu, inocentemente respondo: Não, por quê? Ela retruca, com a fúria de um vendedor de enciclopédias: Então passa aqui em casa pra pegar um. Eu ganhei e não vou usar.

E lá fui eu, peguei meu carrinho pretinho e fui pegar o aparelhinho branquinho. E pasmem garotas e garotos, desde aquele dia virei fã da coqueluche de Steve Jobs. Puta que o pariu, que negócio útil. Pelo menos pra mim.

Muitas coisas mudaram no meu cotidiano após o iPod, como por exemplo: dar uma cagadinha, agora é muito mais divertido – perdão ó Turma da Mônica – mas não tem nada melhor do que sentar no trono ouvindo “Oops, I did it again”. Posso também dormir embalado ao som de canções românticas e melancólicas.

E como meu modelo suporta vídeos – suspiro -, tenho praticamente todos os meus links favoritos do YouTube na palma da mão. Camaradinhas, pensem bem: não tem sensação melhor do que ir ao dentista e ficar na sala de espera vendo o “Dramatic Chipmunk” trocentas vezes, uma atrás da outra. Qualquer obturação passa a ser um programa no mínimo divertido.

E vocês podem pensar assim: mas um mp3 player faz tudo isso e mais um pouco! Mas cara, olha bem para um iPod. Ele é branquinho, lisinho, simpático, tem rodinhas para volume e uma maçã mordida atrás! Irresistível.

Achava que nenhuma outra marca iria me conquistar, além do Fusca – tema de um post logo mais. Mas o tocador de MP3 da Califórnia cativa. Talvez como todas as coisas vindas da Califórnia. Ah a Califórnia.

Enfim, se o iPod fosse uma pessoa, ele seria o Brad Pitt gente boa. Eu acho.
Hey Steve Jobs, manda o meu pagamento!

No iPod toca: Bleeding Me – Metallica
O tempo lá fora é de:
Nublado e garoa fina





É gostoso tocar Samba-Rock!

13 09 2007

Desde meu inicio na bateria, sempre fiz parte de bandas de Rock, uma delas ainda continua na ativa – em termos – e está completando 5 anos de vida – se não me engano – e o nome de tal badalado conjunto é Robo Sapiens. Mas no começo de 2007, montei com parceiros de faculdade, um projeto diferente.

O objetivo deste “projeto” era tocar Samba-Rock e Sublime, todos nós integrantes influenciados pelas cervejadas da faculdade, idas ao Teatro Mars e gosto pela sonoridade em questão. E sendo assim, nascia a Devotos do Álvaro Alvim, banda que com um pouco mais de cinco meses de vida completa no dia 22 de setembro o seu 10º show, um bom número acredito. Sempre com um número cativo de pessoas, elogios gostosos e a presença da policia em quase 100% das nossas apresentações.

E no decorrer destes 10 shows, percebi o quão agradável é batucar e fazer viradas ao som de Originais do Samba, Jorge Ben e Marcelo “Samba Rock Animal” Fragoso. Aprendi nestes últimos meses a ouvir mais música brasileira do que gringa, coisa que fazia tempo que não acontecia. Perdão, ó Chico Buarque.

Mas talvez a satisfação e sensação de bem estar que tocar Samba Rock me traga seja devido à sua “alegria musical”, se é que podemos chamar assim um alto astral que certas músicas me passam. E o Samba Rock é assim: sempre feliz – ui! – radiante, pra cima, com swing e divertido. Experimente você também destilar acordes de Wilson Simonal, Trio Mocotó e cia., é garantia de sorrisos no rosto e mocinhas e mocinhos dançando a sua frente. A sensação e o cenário são bem interessantes, garanto!

E poderia ainda perder parágrafos a mais falando dos benefícios técnicos que este novo estilo vem trazendo a mim, baterista acostumado aos ritmos do Rock’n’Roll. Mas como é corriqueiro falar por aqui: esse é tema para um outro post em um futuro não tão próximo.

Sendo assim, para finalizar este pequeno post de retomada, escute bem: você músico de garagem, junte seus amigos, vá ao Teatro Mars, compre cerveja de garrafa e monte uma banda de Samba-Rock. Você não vai se arrepender.

No iPod toca: Alegrias de Domingo – Originais do Samba
O tempo lá fora é de:
mormaço de tarde